Conheça os melhores rodízios de sushi

Ranking com vinte endereços japoneses que Veja São Paulo avaliou

Primeiro foi o rodízio de carnes, que das beiras de estradas gaúchas se alastrou por todo o país a partir dos anos 60. Na década seguinte veio a onda do rodízio de pizzas, consagrado pelo antigo Grupo Sérgio. Com a popularização da comida japonesa na cidade, não demorou muito para a fórmula ser adotada pelos restaurantes paulistanos e acabar virando febre. Os rodízios de sushi, que hoje pipocam por todo canto, surgiram em São Paulo há menos de dez anos. Hoje, das cinqüenta casas japonesas que aparecem em alternância na coluna 100 Restaurantes, dezessete delas, ou seja, 34%, trabalham nesse sistema.

Os rodízios fazem sucesso porque não se limitam aos populares bolinhos de arroz. Oferecem a preço não extorsivo um panorama de pratos típicos, além de um ou outro item de origem chinesa, a exemplo do rolinho primavera. Missoshiro (sopa de peixe e pasta de soja), teppaniyaki (grelhado de carne, peixe ou frango), guioza (pasteizinhos de porco cozidos ou fritos), yakisoba (macarrão frito com legumes), tempura (legumes e camarões empanados) e outras opções quentes costumam abrir a refeição. Na seqüência chegam os temakis (cones de arroz envoltos em alga) e os sushis. Pode-se repetir à vontade, mas quase todos os locais visitados limitam o número de fatias de sashimi (peixe cru) e das porções de cogumelo shimeji ou shiitake. Alguns incluem sobremesa.

Veja São Paulo testou vinte endereços: dez nas regiões de Pinheiros, Vila Madalena e Jardins e outros dez no circuito Itaim Bibi–Vila Olímpia. Todas as refeições foram pagas e feitas no anonimato. O Dhaigo, no Itaim, não só se saiu entre os melhores como também foi o único a seguir à risca o conceito de rodízio. Lá, uma garçonete passeia pelo salão com a bandeja repleta de sushis variados e fresquíssimos, oferecendo-os de mesa em mesa, um a um. Nos demais restaurantes, as especialidades só chegam quando solicitadas pelo cliente. Embora mais baratas, as casas de Pinheiros, Vila Madalena e Jardins não exibem a diversidade de escolhas (os ingredientes restringem-se quase sempre a salmão, atum e um único peixe branco) nem o charme dos restaurantes encontrados no fervilhante pedaço do Itaim e da Vila Olímpia.

Para a avaliação, foram sempre escolhidos os rodízios completos (já que em vários restaurantes existe mais de um tipo) e levados em conta a apresentação, o preparo e a variedade dos itens, o corte e o frescor dos peixes, a textura do arroz, o ambiente e o serviço. Confira nas páginas seguintes os rankings com a classificação conquistada, do primeiro ao décimo colocado em cada região.

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