Cartas da edição 2496

Eleições

Esses genéricos e mirabolantes planos de governo, tema bem abordado na matéria de capa (“Eles prometem tudo…”, 21 de setembro), apenas confirmam tratar-se de uma das piores eleições municipais da história desta cidade, levando-se em conta o nível dos candidatos. Rodrigo Helfstein

Para acabar com o abuso da nossa inteligência, o candidato escolhido deveria, ao final do mandato, receber uma nota referente a cada promessa feita de um colegiado com participação popular. Se obtiver média abaixo de 7, ficará inelegível. Abel Pires Rodrigues

Oportuna a reportagem. É chegada a hora de o eleitor ter consciência de sua escolha, até porque três postulantes (Marta Suplicy, Luiza Erundina e Fernando Haddad) já tiveram nosso voto de confiança e pouco fizeram pela coletividade paulistana. Cesar N. Lunardi

Roubo de celulares

Quem sustenta ladrão de qualquer mercadoria surrupiada é gente dita honesta (“Três celulares por hora”, 21 de setembro). Se ninguém comprasse produtos roubados, não haveria roubo. Bandido não tira dos outros para guardar. Augusto M. da Silva

Barracas na rua

Sou moradora da Mooca e agora deparo com pessoas dormindo na minha porta (“Barracas por todos os lados”, 14 de setembro). Isso quando não apertam a campainha tarde da noite. Estamos cercados de lixo e de sujeira e temos medo de ficar no ponto de ônibus localizado na Rua Cajuru. Essa é a solução que a prefeitura pretende dar? Meu IPTU continua vencendo a cada mês. Até quando teremos de tolerar? Leopoldina Oliveira

Os candidatos a prefeito, inclusive o atual ocupante do cargo, nem tocam no assunto “moradores de rua”, talvez pelo fato de eles não serem eleitores e estarem abandonados à própria sorte. Uma grande vergonha para todos nós. Mauro Asperti

Rachas

Em vez de o prefeito Haddad ficar se preocupando em multar motoristas que dirigem a 55 km/h para levar os filhos à escola ou ir ao trabalho, por que não vai atrás dos verdadeiros criminosos, ou seja, daqueles que fazem racha na cidade, dirigindo em alta velocidade e matando muitos inocentes (“A 150 km por hora”, 14 de setembro)? Milla Eichenberger Hueller

Os radares que se multiplicaram pela capital deveriam ser colocados nos pontos onde se realizam essas demonstrações esdrúxulas de comportamento exibicionista e irresponsável — mantendo-se, naturalmente, todas as demais penalizações cabíveis. Seria mais justo, não? Fica a dica. Claudia Hernandes

Mistérios da Cidade

Gostaria de agradecer a homenagem ao meu pai, Francisco Gotthilf (“Passadas ilustres”, 21 de setembro). Fiquei muito emocionado ao vê-lo nas páginas da revista. Fábio Gotthilf

Ivan Angelo 

Quero deixar os parabéns por mais uma excelente crônica (“Não é tudo lixo”, 14 de setembro). Essa, em especial, mostra que ainda existe bondade nas pessoas. E otimismo. Roberto Guarda

Comentários
Deixe uma resposta

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s