A melhor e a pior exposição de 2009

Críticos e repórteres de VEJA SÃO PAULO contam o que viram de bom e de ruim durante o ano

O MELHOR

Foi um ano memorável, com mostras de Henri Matisse, Henri Cartier-Bresson e Auguste Rodin. O destaque principal, no entanto, foi a coletiva com 123 obras do valioso acervo do Museu Russo de São Petersburgo, no CCBB. Centrada nos gênios vanguardistas do início do século XX, como Wassily Kandinsky, Marc Chagall e Kasimir Malevich, Virada Russa radiografou a passagem de uma pintura acadêmica a criações mais ousadas e experimentais.

O PIOR

Tradicional coletiva realizada a cada dois anos pelo MAM, o Panorama da Arte Brasileira criou polêmica antes mesmo de começar. O curador Adriano Pedrosa resolveu selecionar apenas uma brasileira entre os 29 artistas — a mineira Tamar Guimarães, radicada na Dinamarca. Sua intenção era questionar os conceitos de pátria e nacionalismo. Nada de errado nisso, desde que o resultado não fosse de uma ruindade constrangedora.

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