A melhor e a pior balada de 2009

Críticos e repórteres de VEJA SÃO PAULO contam o que viram de bom e de ruim durante o ano

A MELHOR

Festa-filhote da Sensation White, evento que já rodou por 23 países, o Skol Sensation finalmente desembarcou por aqui, em abril, e reuniu 40 000 baladeiros vestidos de branco. Com organização impecável, o festival intercalou sets acalorados de super-DJs, como os holandeses Ferry Corsten e Fedde Le Grand, e performances que lembravam os malabarismos do Cirque du Soleil, realizadas em cima de uma grandiosa árvore iluminada no meio do Pavilhão de Exposições do Anhembi.

A PIOR

Deixou a desejar a apresentação que a cantora americana Macy Gray fez ao lado do DJ australiano Kaz James, na Pacha, em junho. A artista subiu ao palco só por volta das 3 da manhã, cantou duas músicas (Can’t Hold Back, single em parceria com James, e Creep, da banda Radiohead) e puxou um trecho a capela de seu sucesso I Try. A folia durou no máximo dez minutos. Para agravar a irritação, a fila para o pagamento tinha espera de cerca de uma hora.

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