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Postado em 23/06/2011 por | 18 comentários

Dez lendas urbanas dos anos 80

Na época, a maioria de nós ainda nem tinha ouvido falar no termo “lenda urbana”, que só viria a se popularizar no Brasil com o filme homônimo (de terror, claro) lançado em 1998. Nem por isso deixávamos de morrer de medo de boa parte dos “causos” abaixo — ou de todos eles. Em geral, quem contava as histórias jurava que havia acontecido com um primo da vizinha da irmã do sobrinho da namorada do padrinho. Ou seja, com um conhecido beeeem distante.

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Então, para alegrar o feriadão, vamos a mais uma sessão nostalgia, criada com dicas enviadas por alguns tuiteiros (os nomes dos perfis estão no final do texto).

1. XUXA, A BONECA ASSASSINA

Tudo bem que a versão brinquedo da rainha dos baixinhos era horrenda de feia — pernas e braços molengas e dimensões do corpo meio esquisitas. Mas, poxa, precisavam inventar que a coitadinha era assassina? Dizia a lenda que, na calada da noite, a boneca arranhava crianças até a morte. O mais curioso é que o mito surgiu antes que lançassem o filme “Brinquedo Assassino”, estrelado pelo desgraçadamente mau Chucky. Existia também uma versão em que, no lugar da Xuxa, a vilã era a boneca Amiguinha.

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2. A FACA DO FOFÃO

Quase uma versão masculina da história da Xuxa, só que ainda mais maligna. Alguém resolveu inventar que o boneco do Fofão vinha com uma faca escondida no corpo e que ele hipnotizava as crianças para abri-lo e fazer miséria com a lâmina — quer dizer, cortar dos pais aos amiguinhos. Péssimo.

3. MENSAGENS SECRETAS (DO COISA RUIM) NOS DISCOS

Traço bizarro dos anos 80: era só alguém fazer muito sucesso e, pronto, inventavam que havia feito pacto com o coisa ruim. Da Xuxa (putz, de novo ela) aos Menudos, passando pela fofinha Turma do Balão Mágico, poucos escaparam do boato. E aí o desdobramento natural era que músicas dessa galera continham mensagens satânicas subliminares, que podiam ser descobertas se os discos fossem ouvidos de trás para a frente. Imagine a quantidade de vitrolas quebradas por gente que tentou tirar a prova!

4. A LOIRA DO BANHEIRO

Certamente começou antes da década de 80 e, até hoje, continua a assustar a criançada. Uma das dezenas de versões contava que uma aluna gostava de cabular aula no banheiro, escorregou, bateu a cabeça e morreu. Inconformada, assombrava sanitários dos colégios — como se não houvesse NADA melhor para fazer no além. A história ganhou toques diversos conforme as regiões do Brasil: em umas a garota fantasma aparece depois de três descargas, em outras se falassem “loira do banheiro” três vezes em frente ao espelho, e daí por diante.

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5. OS TENEBROSOS QUADROS DE CRIANÇAS CHORANDO


Olhe para estas carinhas. Não são de partir o coração? Pois dizia a lenda urbana que o motivo do pranto dos menininhos do quadro era — olha ele aí de novo — o diabo. Diz a história que, entre os anos 70 e 80, um pintor italiano chamado Giovanni Bragolin (que seria codinome de um tal Bruno Amadio) pintou 27 telas de crianças chorando. A série virou um megassucesso em vários lugares do mundo. Daí surgiu um boato de que o artista tinha vendido a alma, e que haviam ocorrido inexplicáveis incêndios em casas de proprietários das pinturas. Uma das supostas provas seria facilmente visível para quem virasse o quadro de cabeça para baixo: apareceria uma mão demoníaca apertando o pescoço da criança. Não, a gente não vai testar a sorte girando no Photoshop, ok?

6. A SURPREENDENTE E MORTAL AGULHA INFECTADA

Parece nome de filme de terror protagonizado por mulheres que gostam de tricotar, mas se refere a um mito que também parecia onipresente: o da agulha na poltrona de cinema (ou de teatro ou no banco do ônibus). Dizia a história que alguém havia sido espetado ao sentar-se e pouco depois descobriu estar infectado com aids ou alguma outra doença mortal.

7. O BEBÊ DIABO DO ABC E SUAS PREVISÕES CATASTRÓFICAS

Em Sete Lagoas, Minas Gerais, um show da banda Calypso foi um fracasso de público por causa de uma versão desse mito. Das mais de 30.000 pessoas esperadas, apenas 13.000 compareceram, temerosas da profecia de um recém-nascido. A história: numa maternidade local, uma mulher havia dado à luz um bebê capeta.
— Que criança feia! — teria exclamado uma enfermeira.
E o dito cujo, de pronto:
— Feio é o que vai acontecer no show do Calypso.

O caso é de 2006, mas versões da lenda pipocam país afora desde pelo menos a década de 70, quando o jornal sensacionalista “Notícias Populares” — publicado entre 1963 e 2001 — criou uma série de manchetes com o nenê monstro. Nos textos, relatava que o infante das trevas havia nascido em São Bernardo e aterrorizava geral com chifres e rabo e o dom de soltar fogo pela boca.

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8. DOMINGO NO PARQUE, VERSÃO COBRA

Poderia ter acontecido de verdade? Poderia. Mas é no mínimo suspeita a quantidade de versões que se espalharam por cidades bastante distantes. Do que se trata: da terrível história de uma criança que entrou num brinquedo de parque de diversões (carrinhos de bate-bate, piscina de bolinhas…) e morreu porque ninguém reparou que havia ali uma cobra venenosérrima.

9. A GANGUE DOS PALHAÇOS DA KOMBI BRANCA

Muita gente fica tensa até hoje diante de palhaços ou quando uma Kombi branca se aproxima. Segundo o mito, era a bordo de um dessas veículos que um grupo de colegas de profissão do Bozo fazia miséria: circulava pelas cidades sequestrando crianças para roubar órgãos e vendê-los no mercado negro. Depois devolviam só a carcaça para a pobre coitada da mãe.

10.  DOCES MISTURADOS COM DROGAS


Camelôs de porta de escola injetavam cocaína na calda do chiclete Bubbaloo, misturavam com o pozinho do Dip n’ Lik… Tudo para viciar a meninada e alavancar o comércio de doces. Era esse o mote de mais uma lenda que, a exemplo do caso da cobra no parque, poderia acontecer de verdade. E meio aconteceu: no Rio de Janeiro, no fim da década de 80, foram apreendidas balas Van Melle com drogas dentro. Só que o motivo, em vez de “fidelizar” a clientela infantil”, teria sido sabotagem de uma empresa concorrente.

As arrobas que mandaram sugestões foram: @_nelsoncezar @amigachic @anazambelli @andreanovato @andregraziano @andrezapizzol @arthurdefreitas @cahbicudo @camiladicascia @carolligabue @caszpigel @claucravo @comentv @daliladiniz @danicascaes @didi_gomes_ @didididier @didif @drispaca @elianamotta @fabianagorayeb @fabinishi @fabiolabitu @fabiospavieri @feluzbraga @fernandochagas @flavialorenzon @fredleao @giovanapolotto @giovanaromani @glorinhavs @hugogloss @jaine5 @jufrancozo @l_dornelles @lakarose @larikussano @limsi @lopescla @marieleprevidi @mariolemes @melangedetout @miguel_andrade @mirella_ramos @mserrano @mtranchesi @netinho_eneias @nubiaoliv @patcamargox @paulamanzo @poalli @porramichel @rebecagrisi @renata_garcia_ @robertoassessor @sandaliaspink @sil_faustino @thamila_ @thiago_oceanic @trashercris @vaneskacapone @victor_vn @walterdeazevedo @xiquitabacana

Comentários sobre "Dez lendas urbanas dos anos 80"

  1. @mariolemes comentou em 23/06/2011:

    Ótima matéria. Lendas urbanas fazem tão parte da cultura regional e temporal de um lugar quanto as lendas folclóricas tradicionais.
    E é sempre bom conhecer mais de uma versão de cada lenda. A da seringa com sangue, por exemplo, eu aprendi na versão em que a seringa vinha acompanhada de um bilhete que dizia: “Bem vindo ao meu mundo: HIV”. Mais terrorista, impossível!
    A da Kombi branca com palhaços tinha outra cara na minha cidade, mas a moral era a mesma: era um carro preto, com insulfilme nos vidros, dirigido por um casal de japoneses, que estavam rodando a cidade há supostamente alguns dias. E eles convidavam as crianças para dar uma volta e levar para um “lugar legal” hahaha. Nessas, roubavam os órgãos e jogavam a carcaça para os cachorros. Eu lembro muito disso na época da novela Explode Coração, que fazia campanha por crianças desaparecidas. Tudo ajudava a alimentar a lenda.

    E esse tipo de lenda é uma espécie de fábula contemporânea: tanto os palhaços quanto os japoneses serviam para trazer a mesma moral que o lobo mau de chapeuzinho vermelho: não fale com estranhos. A diferença é que até os adultos acreditavam nos dois primeiros. Hahaha

  2. lith comentou em 23/06/2011:

    HAHAHAHAHAHA muito me lembro dessas lendas, e morria de pavor de todas elas!! huahauah
    Sempre tinha acontecido com o primo do vizinho de um amigo meu… hahahahahaha
    Nunca encontrei drogas nos doces, mas já encontrei uma PEDRA no Bubbaloo e quebrei um dente :~

  3. Nelson comentou em 23/06/2011:

    aqui no pará o povo chama a loira do banheiro de bigloira e falam que se vc xingar 3x no banheiro ela vem te esfaquear, eu duvidava mas não tinha coragem de xingar no banheiro. rs

  4. Ronaldo Silfer comentou em 23/06/2011:

    É mesmo quem n tinha medo dos quadros de crianças chorando ??? Aliás de muito mal gosto né ?

  5. Eduardo comentou em 24/06/2011:

    Me lembrei de mais uma.. Da marca “Fido Dido” que diziam significar Filho do Diabo.
    Quando minha mãe ouviu essa história ela não me deixou mais usar uma camiseta que ela mesmo tinha me comprado.. haha

  6. Vanessinha_Th comentou em 24/06/2011:

    Conheci e vivenciei quase tooodas essas lendas. Amo ter vivido os anos 80.
    Minha avó paterna tinha um desses quadros de criança chorando e eu ficava olhando pra ele por hooras antes de dormir, jurava que ele se movia na tela e me embrulhava toda com medo aHUAHuahUHAUhau
    Na minha cidade rolava muito essa coisa de bonecos assassinos, chegou a tal ponto que juntaram vários do Fofão e tacaram fogo, no meio da praça. Eu amava o Fofão (trauma eterno).

    Ah, tinha uma lenda também das giletes no escorregador, diziam que uma criança foi deslizar em um do parque e ficou toda cortada porque um maníaco tinha cravado várias giletes pelo brinquedo. Era tanta imaginação hauahuahauhauahua

  7. Daniel comentou em 25/06/2011:

    Essa do Fido Dido eu tb ouvi falar, mas gostava tanto da minha camiseta que continuei usando e racionalmente decidi que era bobeira que alguém tinha inventado.
    Essa da Kombi com os palhaços, tinha um versão parecida, que era o velho do saco, que falavam que um velho passava pela rua de noite pegando crianças, jogando no saco e levando pra tirar seus orgaos. Lenda muito útil pra mães que queriam que seus filhos não ficassem até tarde na rua. Onde eu morava, em um carnaval, um cara com humor muito negro, resolveu sair fantasiado de gorila com um saco e ameaçando jogar as crianças dentro. Toda uma geração da vizinhança traumatizada.

  8. Danilo comentou em 27/06/2011:

    Nooossa, lembro de quase todos eles. A do quadro das crianças tenho até uma amiga que teve esse quadro em casa quando pequena e conta umas histórias medonhas sobre o que aconteceu lá na época e realmente tiveram que se desfazer do quadro. rsrsrsrsrs

    Isso eu vi: no programa Sabadaço da Band, por volta de 2000, o Gilberto Barros trouxe um cara que falava de msg subliminares em músicas. Inventaram de passar Pelados em Santos dos Mamonas de trás pra frente. Aquela parte que o Dinho fala no começo da música, de trás pra frente ficava [...] “por o pinto pra fora!” E foi tão tosco porque estavam naquele clima de suspense de filme de terror, e virou um momento muito engraçado. KKKKKKKKKKKKKKKK

  9. Camilla comentou em 27/06/2011:

    Eu tinha pavor da loira do banheiro, também conhecida como Loira do Gilette. Tinha a pipoca com cocaina também…

  10. príncila comentou em 29/06/2011:

    pîo eu amei o tom engraçado da publicação do texto; meio que descontraída

  11. príncila comentou em 29/06/2011:

    mas o caso da combi eu não duvido não viu????? aqui no meu bairro apareceu uma menina morta na praia e a irmã dela viu tudo e disse ser obra da combi branca… mas em vez de palhaços foram macumbeiros q fizeram isso.

  12. Aroldo José Piacesi (de Carmo do Cajuru, MG) comentou em 16/07/2011:

    Carmo do Cajuru, MG, 16.07.2011

    Gilete em escorregador eu já vi em Niterói, RJ, quando eu era menino. Uma babá levou a criança para brincar na praça do Ingá (Praça Tonico Ferreira) onde meu pai me levava também. Eu tinha uns 7 anos de idade. Só vi quando a babá começou a gritar e pedir socorro porque o menino que ela cuidava estava todo ensanguentado na perna esquerda. O menino havia descido no escorregador e se cortado em uma lâmina que algum pervertido neurótico plantara no escorregador. Isso foi lá pelo ano de 1961/1962. Depois disso nunca mais escorreguei e nem permitia que nenhum de meus quatro filhos escorregasse sem que eu fizesse uma rigorosa inspeção no brinquedo. Jamais achei lâminas, por exemplo, mas já achei prego (falta de manutenção) exposto, farpas de madeira e, em escorregadores de metal, pontinas de metal vivas. A imagem da babá gritando e clamando socorro e o menino ensanguentado nunca me sairam da memória. Foi um profundo trauma que guardei. Hoje superado, mas não esquecido.
    Aroldo J Piacesi.

  13. Alessandra comentou em 30/08/2011:

    Nossa, eu doei minha boneca xuxa na época de pavor, mas nao consegui doar meu fofão, adorava ele!! Engraçado como essas lendas se propagam… Embora, algumas delas eu creio que eram verdadeiras. Os tais palhaços da Kombi branca mesmo, lembro de alguma matéria na TV tratando sobre o bando de malucos. Pobres dos palhaços que fazem o bem… Essa geração tem pavor de homens de caras pintadas até hoje. Muito boa matéria!

  14. Bruno Marques comentou em 11/09/2011:

    Por que vocês tinham que publicar isso a noite? Estou com medo agora!

  15. Andre Reis comentou em 12/09/2011:

    gente e aquela mais recente do necrofilo que passou uma doença pra boca da menina que ele saiu??
    suppper chegou em minas e quando eu fui pra sao paulo rolava a mesma coisa cabulosa
    tava na cara que era lenda

  16. Ulisses comentou em 16/10/2011:

    - A faca do Fofão era legal porque se voce apertasse o boneco, dava pra sentir algo duro dentro na forma de uma faca mesmo. Mas na verdade era o suporte de plástico do boneco.
    - A da seringa de aids era exatamente isso que diz no texto e ainda diziam que quem fazia era um recem infectado que ficou com raiva de ter contraído a doença e queria espalhar. Depois de sentar na seringa, diziam que tinha um bilhete junto escrito “Bem vindo ao mundo da aids”.

  17. Liilane comentou em 01/11/2011:

    Em 1991 quando eu estava no primeiro ano do ensino fundamental, lembro que uma professora entrou na sala em que eu estudava para dizer que uma aluna sua havia chupado uma bala com droga e que a mesma havia ganho de um estranho e que passou mal. A professora mostrou a bala para cada aluno, lembro de ter visto um furinho, e alertou que nunca deveríamos aceitar nada de estranhos.

  18. deyse comentou em 01/11/2011:

    muito legal essa matéria,eu lembro da loira do banheiro,nossa como eu tinha medo!a xuxa tbm de assustastava muito…….

  19. thereza comentou em 03/11/2011:

    gente, mesmo eu sendo de 99 eu imagino o terror que era. la na escola a gente morre de meo de xingar no banheiro sabe? 0.o

  20. Ericka Martin comentou em 13/11/2011:

    Eu conheço uma maluca que jura que o Fofão matou o pai dela.
    E morria de medo dos palhaços da Kombi, aliás detesto palhaço até hoje!
    E as drogas nos doces… aqui em BH tinha muito era LSD em papel de bala, só dava garoto noiado voltado da hora do recreio! kkk
    Aqui em BH tem duas lendas urbanas célebres:
    A loira do Bonfim – Uma loira linda, que seduz homens sozinhos em carros, na maioria taxis e caminhões, e pede para levá-la pra casa, quando ela pede pra parar, ele olha pro lado e a vê entrando no cemitério do Bonfim e desaparecendo entre os túmulos!!!
    e o Capeta do Vilarinho – reza a lenda que era excelente dançarino e frequentador dos bailes da Avenida Vilarinho, muito famosa pelos bailes de funk, pagode e outros rítmos populares aquie em BH. Dizem que um dia o tal dançarino deixou o chapéu cair e todos viram seu chifre! Desmascarado, ele deixou seu rabo vermelho à mostra e sumiu numa cortina de fumaça fedendo a exnxofre! Genial!

  21. Wagner Oliveira comentou em 13/11/2011:

    A história do fofão é curiosa, tão curiosa que minha sogra escutou isso na época e resolveu abrir o fofão do meu hoje cunhado que era uma criança.
    Ela realmente encontro algo dentro, não era um facão, mas um objeto pontiagudo que realmente poderia ferir um ser humano.
    Peço um certo cuidado ao expor isso na internet como lenda, não pelo fato do fofão, mas do palhaço com a kombi, pois não foi lenda, eu posso afirmar pois vi o corpo de uma menina uniformizada de aproximadamente 10 anos aberto no abdômen sem seus órgãos, dentro de uma kombi.Me interessei pelo caso e fui informado que a família da menina descobriu que um palhaço estava sempre próximo a escola dela abordando e brincando com as crianças, mas depois do ocorrido ele sumiu.

    Não trate como lenda hoje p que pode levar seu filho amanhã.

  22. lili comentou em 09/04/2012:

    eu ja comprei o babaloo algumas vezes e não me viciei. a ultima vez q eu comprei um babaloo eu acho que foi em maio do ano passado e estou até hoje sem compra-lo.

  23. maria fernanda comentou em 30/04/2012:

    ainda bem q eu nao era dos anos 80,90

  24. Rafael comentou em 17/05/2012:

    A Lenda da Vovó má Avia na suécia na década de 90 uma Sr@ que para muitos era inofensiva

    Mais a velhinha carrega um mistério com ela ela atraia as crianças para seu quintal e dava sucos, refrigerantes e chã envenenados e quando as crianças tomavam estes liquidos com biscoitos e bolachas logo adormecia e ela levava as crianças para dentro de sua residencia e lá usava o corpo das vitimas para praticar rituais de magias negra.

  25. suellem comentou em 19/05/2012:

    nao e aquela coisa mais passa ne ta entendendo nao ta poiseeeeeeeeeeee bjossssssssssssssssssssss

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