No início dos anos 60, o biquíni se popularizou e o mundo se dividiu em duas categorias: as mulheres que usavam e por isso eram criticadas e as que não usavam e por isso eram olhadas com pena e desprezo.
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Já nos anos 70, apenas as mais jovens podiam desfilar com aqueles modelos super cavados. E o mundo continuava dividido, desta vez entre quem arrasava usando fio dental e quem se conformava em tomar sol usando elegantes e comportados maiôs.
A partir dos anos 80, com o surgimento de novos materiais, ficou mais fácil adaptar modelos a todo tipo de anatomia e temperamento. De lá para cá tem sido uma festa! A categoria “roupa de praia” ganhou confecções próprias, estilistas e desfiles especiais. E não é para menos: nesse quesito (como em vários outros), damos show e somos imitados mundo afora.
A única coisa que precisamos aprender ainda é usar nossa roupa de praia com naturalidade e despojamento. Nada de joias, maquiagem, acessórios desnecessários e saltos impossíveis. Atenção também na hora de escolher o modelo: nada mais deselegante na praia do que peitos fora do lugar ou sobrando.
E fica aqui minha sugestão aos estilistas de todo o Brasil: procurem incluir aros de sustentação para seios turbinados ou naturalmente grandes. Esses artifícios nos ajudam a manter a pose, tá?
Sim, porque é preciso agir com graça. Ou seja: vestir nossos maiôs e biquínis e andar como se estivéssemos nuas (ou quase).
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