VEJA São Paulo

Arnaldo Lorençato – Como, logo existo
  • Parece, mas não é

    Postado em 07/02/2012 às 13:21 por Arnaldo Lorençato | 2 comentários

    Pratos orientais: impressionam pela semelhança com os originais (Foto: Divulgação)

    No Japão, elas são um absoluto sucesso. É raro encontrar um restaurante popular que não tenha na vitrine da fachada peças de resina que reproduzam pratos quase idênticos encontrados no menu.

    Essas réplicas não chegam a ser novidade em São Paulo, onde a empresa Arty Sample, na Vila Mariana, se dedica à fabricação desse tipo de escultura de alimentos há mais de uma década.

    Agora, as reproduções de comida e bebida estão sendo importadas diretamente do Japão pela Mil Service, com sede na Liberdade. O catálogo da empresa não se limita a pratos orientais, como sushis e sashimis. Traz copos de chope, hambúrgueres e pizzas, entre outras esculturas.

    Filé-mignon, macarrão e pizza: tudo de mentira (Foto: Divulgação)

    O primeiro endereço a exibir essas reproduções japonesas é o Mussashi Yakissobateria, na Liberdade. Estive no fast-food para almoçar e flagrei uma moçada diante da vitrine na entrada observando e escolhendo o que ia comer. Estavam entusiasmados com as peças da Mil Service.

    Pena que a maioria dos pratos que provei no restaurante expresso oriental, em 20 de janeiro, decepcionaram. Nem mesmo o yakissoba, a especialidade da casa, estava no capricho. Só se salvou o karê, o curry japonês servido com arroz, de visual tristonho, mas bem saboroso.

    Moçada entusiasmada com os pratos falsos na vitrine do Mussashi (Foto: Arnaldo Lorençato)

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    2 comentários para "Parece, mas não é":

    1. Comentado em 07/02/2012 às 13:48 por pedrita:

      eu adoro essas informações. tenho sempre curiosidade de como tudo é feito. adorei saber que agora vamos ter réplicas aqui tb. beijos, pedrita http://mataharie007.blogspot.com/

    2. Comentado em 09/02/2012 às 18:15 por Hiroaki Kokudai:

      Sou consultor do Sistema Toyota de Produção e falamos muito de Gestão à Vista, que quer dizer: “bate o olho e sabe”. No oriente, isso vem desde os Kanjis (ideogramas chineses/japoneses) e continua nestas esculturas feitas de plastico. Facilita a vida.
      Melhor que palavras escritas em francês que o garçom tem que ficar explicando.
      Recado ao amigo Javier: isso é cultural !

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