Saiba mais sobre Jennifer Le Nechet, a melhor bartender do mundo

A bartender francesa, que dá expediente no Café Moderne, em Paris, foi a vencedora deste ano no concurso de coquetelaria World Class, promovido pela Diageo

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Jennife Le Nechet: em ação no concurso (Fotos: Divulgação)

Guarde este nome: Jennifer Le Nechet. A bartender francesa, que dá expediente no Café Moderne, em Paris, foi a grande vencedora deste ano no concurso de coquetelaria World Class, promovido pela Diageo. A final rolou em outubro, em Miami.

Leia mais: um papo sobre gim-tônica com Marquinhos Félix

Com etapas em todo planeta — o que inclui o Brasil –, a competição contabiliza cerca de 10.000 profissionais participantes. Para a final, em Miami, foram os 25 vencedores da fase regional. Quem representou o Brasil em 2016 foi Maquinhos Félix, do bar., considerado o melhor barman brasileiro. (Leia aqui sobre a final nacional, da qual fui jurado).

Le Nechet não foi apenas a primeira pessoa nascida na França a vencer o concurso, como também a primeira mulher a levantar o troféu. Confira, abaixo, o papo que tive com ela.

Como é ser a primeira mulher a vencer o World Class?
Estou muito orgulhosa de ser a primeira bartender da França a ganhar a competição. O fato de ser mulher não importa tanto. Só reflete a realidade no mundo do trabalho. Várias mulheres trabalham todos os dias atrás do balcão.

O que você acha de muita gente dividir coquetéis entre os “de menina” e “de menino”?
É completamente sem sentido. Como você pode escolher ou adivinhar o que a pessoa gosta? É muito pessoal e difere de pessoa para pessoa. É claramente reducionista pensar que meninas preferem drinques doces e frutados e os homens, os coquetéis mais fortes.

Você estudou literatura latino-americana…
Sim, eu tenho formação em literatura e civilização espanhola e latino-americana. Morei um ano na Espanha. Acho que isso influencia indiretamente meu trabalho. Por exemplo, em um dos desafios no World Class, chamado de Superstars Pool Party, tive a influência latina, que podemos ver em Miami [onde aconteceu a final]. Fiz um coquetel de inspiração maia chamado el taco rojo.

Quais são as tendências atuais na coquetelaria?
São muitas: aperitivos com baixo teor alcoólico, harmonização de drinques com comida, tecnologia, sustentabilidade…

O que você bebe casa?
Talvez isto pareça estranho, mas eu não bebo em casa. Só suco de laranja pela manhã… Ok. Às vezes, uma cervejinha.

Por SAULO YASSUDA

Tem algum bar para me indicar? Escreva nos comentários abaixo, por e-mail (saulo.yassuda@abril.com.br) ou no Instagram (@sauloy).

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