Mudança no comando do Nino Cucina

Um dos mais bombados restaurantes italianos de São Paulo tem saída de um dos sócios

Os fãs podem ficar tranquilos. O  italiano Rodolfo De Santis, chef do ano na mais recente edição de Veja Comer & Beber São Paulo, permanece no Nino Cucina. Ou seja, ele continua fazendo clássicos italianos que transformaram o endereço um sucesso, com filas na porta todos dias.

Quando dei a abertura do Nino Cucina em primeira mão aqui no blog, fui convidado por De Santis para conhecer o lugar que viria a ser o concorrido restaurante italiano onde antes naufragou o bistrô Le Marais. Nesse encontro, estava também outro sócio-fundador, Renato Calixto, que de produtor cultural passaria a administrador do restaurante. Aliás, ele era a alma do bom atendimento no salão. Pouco mais de um ano depois, Calixto não faz mais parte do negócio. De Santis segue sozinho junto do sócio-investidor.

De Santis ao lado de Calixto: parceria rompida (Ligia Skowronski/Veja SP)

“Não foi fácil tomar essa decisão, já que foi um projeto concebido por mim e pelo Rodolfo. Acertamos os últimos detalhes da minha saída na quinta passada (4)”, contou Calixto antes de pegar um avião com destino à Europa. “Caminharemos a partir de agora em direções contrárias ou em outras direções. Depois de um tempo de reflexão, entendi que o melhor a fazer era me desligar da sociedade.”

Calixto, que garante ter saído satisfeito inclusive financeiramente, diz que o que o afastou foi o entendimento de como deveriam ser as operações no dia a dia. No giro pelo exterior que faz agora, inclui capitais como Paris, Londres, Copenhague e Berlim.  “Fui procurado por algumas pessoas para montar novos negócios e estou fazendo uma pesquisa. Alguns seguimentos podem ser mais bem explorados, em especial dos países nórdicos, já que alguns tipos de operações estão mais saturados”, acredita.

De Santis é só elogios ao ex-parceiro, que define com “uma ótima pessoa e muito trabalhador”. Quando começaram a união comercial, eles mal se conheciam. Na época, De Santis comandava a Tappo Trattoria e Calixto pintava lá como cliente. Embora fossem quase estranhos, o negócio caminhou bem. “Sociedade é igual a um casamento e a gente já não estava se entendendo”, explica o cozinheiro. Ele revela que não havia nada de muito grave ou um grande problema. “Pensamos um pouco diferente. É uma questão de visão”, admite.

Além das mudanças que costuma fazer no menu, De Santis tem uma novidade quanto ao funcionamento do Nino Cucina. O restaurante italiano começa a abrir domingo nos dois horários e não mais apenas para o almoço. O primeiro é justamente o 14, o Dia das Mães. Elas ganham um presentinho surpresa na data.

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