Momotaro marca a volta de Adriano Kanashiro

Aos poucos, as quadras da Rua Diogo Jácome entre a Rua Domingos Fernandes e a Avenida Hélio Pelegrino, bem pertinho do Parque do Ibirapuera, vêm se tornando um novo point gastronômico da cidade. É ali que funcionam a loja de vinhos Ville du Vin, conjugada ao Bistro Vintage, o restaurante contemporâneo Figo e a chocolateria […]

Entrada com detalhes em madeira: Japão moderno (Layout: Roberto Kubota)

Aos poucos, as quadras da Rua Diogo Jácome entre a Rua Domingos Fernandes e a Avenida Hélio Pelegrino, bem pertinho do Parque do Ibirapuera, vêm se tornando um novo point gastronômico da cidade. É ali que funcionam a loja de vinhos Ville du Vin, conjugada ao Bistro Vintage, o restaurante contemporâneo Figo e a chocolateria Chocolat des Arts. No número 341, como noticiei aqui na estreia do blog, será aberto o novo restaurante de cozinha ítalo-caipira do restaurateur Marcelo Fernandes em parceria com o chef Jefferson Rueda.

As novidades não param aí. O mais novo inquilino é o Momotaro, do chef paranaense Adriano Kanashiro e de dois sócios investidores. Em fase final de reforma, ocupa o número 591, onde anteriormente ficavam a extintas osteria Don Boseggia e Pentoline. O restaurante com a informalidade de um izakaya (taverna ou boteco de petiscos e saquê) está programado para abrir as portas entre os dias 25 e 30 deste mês. Com 92 lugares, tem projeto do arquiteto Roberto Kubota e paisagismo assinado por Gilberto Elkis. No mobiliário, cadeiras Carlos Motta.

Balcão do bar: a previsão é oferecer, no mínimo, quarenta rótulos de saquê e shochu

Kanashiro, que mostrou sua habilidade gastronômica no extinto By Aoyama, da Rua Mário Ferraz, e, mais recentemente, comandava a cozinha do Kinu, no interior do hotel Grand Hyatt São Paulo, fará um pout-pourri de receitas que desenvolveu ao longo de sua carreira.

No piso térreo, os clientes encontrarão no menu o sashimi de atum com molho de foie gras, figo fresco e ovas de massago, o sashimi de robalo com salada de palmito pupunha o molho cítrico yuzu (fruto cítrico oriental conhecido como limão japonês) e o oshizushi battera (duo de salmão fresco com enguia grelhada na caixa de madeira). Também oferecerá novidades. Uma delas, que consegui com exclusividade para você tentar fazer em casa. É o sashimi de atum com vieira salpicada de gergelim ao molho de yuzu guarnecido de abobrinha.

O segundo pavimento do Momotaro (lenda sobre um garoto que nasceu dentro de um pêssego e também palavra que dá nome a um tomate oriental) será reservado aos experimentos culinários do cozinheiro. Embora deva estar pronto na inauguração, esse espaço só entrará em funcionamento em dezembro.

“Teremos apenas um balcão com seis lugares e mesa para dez pessoas, que poderá ser transformada em duas de quatro pessoas cada uma”, adianta Kanashiro. “Só atenderei por reserva e farei um menu especial com o melhor do dia.”

UM ACRÉSCIMO (11-10-2011)

Até parece um símbolo de restaurante italiano. Mas esse é logo do Momotaro, que o chef Kanashiro acaba de me enviar. Qualquer semelhança com a bandeira do Japão não é também mera coincidência.

Layout: Kaminari Comunicação

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