“Fui abusada e atropelada”

A égua que foi abandonada em uma praça no Campo Limpo

”Depois de eu trabalhar muito, meu dono me abandonou em uma praça do Campo Limpo. Um grupo de rapazes me viu ali e me estuprou. Eles vieram várias vezes. Para agravar meu tormento, fui atropelada por uma moto, mas o motorista nem ligou para mim. Machuquei uma de minhas patas traseiras e não consigo mais esticá-la. Com dor, fiquei lá quietinha, comendo grama. Até que um morador da área fez um apelo ao Centro de Controle de Zoonoses para vir me resgatar. Desde março, estou na sede do CCZ em Santana, onde me deram o apelido de Manca. A situação melhorou. Fico em uma baia grande onde posso descansar e me alimento de feno e ração. A doutora Telma Rocha é uma das responsáveis por cuidar de mim. Tenho também a companhia de outros catorze cavalos recolhidos. Agora, serei doada só a quem vive em área rural. Não posso mais ser montada nem usada para trabalho.”

— Manca, 9 anos

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