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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

De classificação indicativa livre, a comédia pode agradar à garotada maiorzinha. Porém, pela idade dos protagonistas (ambos sessentões) e com um mote centrado no conflito de gerações, mostra- se um programa moldado mais para os adultos. Na trama, Billy Crystal interpreta Artie Decker, um narrador de beisebol da Califórnia demitido por não ter se adaptado aos tempos modernos. Diane (Bette), sua mulher, toma, então, uma decisão para mudar de ares: atender a um pedido da filha (Marisa Tomei), que precisa se ausentar de casa por uns dias com o marido (Tom Everett Scott), e cuidar dos netos em Atlanta. Mas as crianças, Harper (Bailee Madison), Turner (Joshua Rush) e Baker (Kyle Harrison Breitkopf), são criadas de uma forma, digamos, especial. Elas não comem doces e a educação é baseada em conceitos “modernos”. O humor espontâneo vem do contraste divertido entre os novos e os velhos costumes. Sem explicitar se a fórmula certa da educação está de posse dos pais ou dos avós, o roteiro opta por oferecer pequenas e belas lições de vida aos netos. Estreou em 11/01/2013.

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