Resenha por Miguel Barbieri Jr.:
Neste domingo
(05/08), faz cinco décadas que Marilyn
Monroe, então com 36 anos, morreu. Diva
e ícone incontestáveis, além de maior símbolo
sexual do cinema até hoje, ela deixou
um poderoso legado registrado em película.
O Espaço Unibanco, na Rua Augusta,
traz de volta, em quatro sessões diárias,
uma de suas melhores comédias — e também
um dos memoráveis trabalhos do versátil
diretor Billy Wilder (1906-2002). De
curvas avantajadas e já quase no fim da
carreira (o filme é de 1959), Marilyn atua
como a cantora Sugar Cane nessa trama
ambientada na Chicago da Lei Seca. Tony
Curtis e Jack Lemmon interpretam músicos
que, ao presenciar uma matança, precisam
fugir da cidade. Disfarçados de mulher,
encontram abrigo na banda feminina
de Sugar. Esse é o ponto de partida para
uma genial história farsesca, recheada de
diálogos espirituosos e com uma conclusão
deliciosa. Até a fotografia em preto e
branco combina à perfeição com os figurinos
e a maquiagem da época. Reestreou em 03/08/2012.
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1 de 3 Tony Curtis e Marilyn Monroe se conheceram ainda antes fama e tiveram um caso. O reencontro aconteceu nas filmagens de 'Quanto Mais Quente Melhor'. A dupla, inclusive, chegou a lembrar os velhos tempos passando uma noite juntos. O problema é que a atriz era casada com o dramaturgo Arthur Miller, que descobriu a traição e tirou satisfações com Curtis (Foto: Reprodução) -
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3 de 3 Curtis, Lemmon, Marilyn e a banda em ‘Quanto Mais Quente Melhor’: trama ambientada na Chicago da Lei Seca (Foto: Divulgação)
Filmes › Comédia
Quanto Mais Quente Melhor
Direção: Billy Wilder
Duração: 119 minutos
Recomendação: 12 anos
País/Ano: EUA/1959
Edição atual