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Resenha por Miguel Barbieri Jr

Um garoto descobre segredos de seu passado, vai para uma escola especial e enfrenta as forças do mal ao lado de dois amigos. Não, não se trata de Harry Potter. Mas as coincidências entre o bruxinho inglês e o personagem da série de cinco livros Percy Jackson e os Olimpianos, do americano Rick Riordan, não param aí. O primeiro volume da coleção virou o longa-metragem Percy Jackson e o Ladrão de Raios, dirigido por Chris Columbus, também realizador dos dois primeiros filmes de... você sabe quem. Algo, no entanto, os separa. Se Harry Potter conseguiu atingir também um público mais velho que seu protagonista, no cinema Percy Jackson é indicado exclusivamente à meninada entre 10 e 14 anos. A fantasiosa narrativa, envolta em efeitos visuais caprichados e mitologia grega, mostra a saga de Percy Jackson (Logan Lerman), um rapazote de Nova York que sofre de déficit de atenção e, em casa, tem atritos com o padrasto. O garoto precisa resolver um turbilhão de problemas e descobre ser filho do deus dos mares Poseidon. Agora semideus, enfrentará sua primeira e heroica missão: provar a Zeus que não roubou um raio, motivo de uma iminente guerra no Olimpo. Percy vai ainda até o mundo dos mortos a fim de libertar sua mãe (Catherine Keener), feita prisioneira por Hades (Steve Coogan). Na aventura, contará com a ajuda do sátiro Grover (Brandon T. Jackson) e de Annabeth (Alexandra Daddario), filha de Atena, deusa da sabedoria. Estreou em 12/2/2010.


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