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Resenha por Jonas Lopes

A coletiva é composta de 47 pinturas realizadas desde o fim do século XIX até poucos anos atrás, pertencentes ao acervo do governo do estado. A montagem privilegia as transformações econômicas, sociais e arquitetônicas sofridas de pouco mais de um século para cá. Enquanto o português Luiz Carlos Peixoto registra um bucólico e extinto centro em 1893, Gregório Gruber retrata a Avenida São João em 2004. Marcam presença também os artistas do chamado Grupo Santa Helena, que se reunia em ateliês do Palacete Santa Helena, na Praça da Sé, demolido em 1971 para a construção do metrô — entre eles figuram Alfredo Volpi, Aldo Bonadei, Fúlvio Pennachi e Francisco Rebolo.

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