Mayas: Revelação de um Tempo Sem Fim

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Resenha por Laura Ming

Muitas das 386 peças de Mayas: Revelação de um Tempo sem Fim deixam o México pela primeira vez. Em cartaz na Oca, a mostra é um testemunho da história de uma das civilizações pré-colombianas mais desenvolvidas e impressiona pela abrangência e pelos detalhes das obras. Nada do que está ali foi produzido pensando em valores artísticos. Os prisioneiros esculpidos em pedra tinham o objetivo de exibir a força do governante que venceu a batalha. Objetos de jade, belíssimos, eram postos junto aos mortos para servir como moeda de troca na próxima vida. Para entender o significado dos desenhos, é preciso abrir mão do olhar literal e procurar pelos símbolos. O Disco de Chichén Itzá (900-1250 d.C.), por exemplo, traz uma serpente emplumada, um animal poderoso que combina a fertilidade da terra com a capacidade de voo das aves. A exposição também apresenta alguns textos — a escrita maia foi desvendada há apenas duas décadas — com relatos de 400 milhões de anos atrás, quando o mundo teria se formado, e outros com datas futuras, o que colaborou para a mística em torno do calendário do povo maia. Até 24/8/2014.

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