Matthew Lutz-Kinoy

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Resenha por Julia Flamingo

Depois de descobrir um forno japonês de cerâmica na fazenda da artista Silmara Watarin, em Campinas, o americano Matthew Lutz-Kinoy passou os últimos quatro meses fazendo visitas periódicas ao local. Ali, ele começou a misturar dois de seus maiores interesses: a maleabilidade da cultura brasileira e o minimalismo dos costumes nipônicos. Ligado à performance, o artista percebeu que o papel do fogo na finalização dos potes era como uma dança numa temperatura de quase 1 250 graus. O processo enérgico resultou na sua primeira individual no Brasil, composta de belas cerâmicas e pinturas. Até 25/3/2017.

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