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Resenha por Miguel Barbieri Jr

Ambientada no futuro próximo, a ficção científica de ação tem um público certo e restrito: meninos de 8 a 12 anos e marmanjos que curtem lutas de vale-tudo. Como Steven Spielberg está por trás da produção, há um manjado tom sentimentalista e bons efeitos especiais — os robôs são uma mistura de bonecos eletrônicos com animação digital. Na trama, Hugh Jackman interpreta Charlie, um ex-boxeador que perdeu seu espaço para as lutas disputadas pelos grandalhões de aço. Quando seu robô é massacrado no ringue, Charlie fica ainda mais pobre. Depois, descobre que tem um filho de 10 anos. Como a mãe do garoto morreu e a tia quer a custódia, o protagonista exige uma pequena fortuna para “doar” a criança. O menino (Dakota Goyo), porém, terá de passar um tempinho com o pai. Juntos, vão formar uma dupla imbatível para treinar uma máquina encontrada num ferro-velho. Estreou em 21/10/2011.


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