Resenha por Jonas Lopes:
O venezuelano esteve em cartaz na cidade de abril a junho, em uma boa individual na Galeria Raquel Arnaud. Não há comparação, no entanto, com a ampla retrospectiva Cor no Espaço e no Tempo. Organizada pela Fundação Cruz-Diez e pelo Museu de Belas-Artes de Houston, cuja diretora, Mari Carmén Ramírez, assina a curadoria, a mostra amealha 150 obras, entre pinturas, desenhos, gravuras e um vídeo. Há desde óleos realizados em 1940, quando o artista ainda era estudante e apostava na figuração, até peças feitas recentemente por ele. Predominam os trabalhos de inflexão cinética, sobretudo os das décadas de 50 a 70. Além de ocupar as salas climatizadas do museu, a montagem avança para outros espaços, como corredores e o octógono. Ali ficarão instalações de grande porte nas quais o público poderá entrar e interagir com as delirantes e criativas experimentações cromáticas de Cruz-Diez. De 14/07/2012 a 16/09/2012.
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1 de 5 'Physichromie 93': obra de Carlos Cruz-Diez feita em 1963 (Foto: 2010 Carlos Cruz-Diez / Artists Rights Society (ARS), New York / ADAGP, Paris) -
2 de 5 Trabalho integra a mostra do cinético venezuelano Carlos Cruz-Diez (Foto: Divulgação) -
3 de 5 'Indução Cromática 53', de Carlos Cruz-Diez (Foto: 2010 Carlos Cruz-Diez / Artists Rights Society (ARS), New York / ADAGP, Paris) -
4 de 5 'Physichromie 76': ilusões óticas (Foto: Divulgação) -
5 de 5 Instalação de Carlos Cruz-Diez (Foto: Carlos Cruz-Diez)
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