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Por Carolina Giovanelli

É indiscutível a importância da Rússia na história da dança clássica. Sede de grandes escolas e companhias, entre elas o Bolshoi e o Kirov, o país tornou-se berço de profissionais-referência ao cultivar rigor e estilo únicos. Essa renomada técnica pode ser vista nas duas apresentações que o grupo fundado em 1994 por Gediminas Taranda, ex-solista do Bolshoi, faz no Teatro Bradesco. Os quarenta integrantes do Balé Imperial da Rússia, formados por métodos tradicionais, costumam se exibir paramentados com figurinos suntuosos e rodeados por cenários bem elaborados, que totalizam 4 toneladas de equipamento. Na terça (18/05), o elenco mostra Dom Quixote (1869), criação de Marius Petipa sobre obra de Cervantes cheia de toques flamencos, ciganos e egípcios. Outro clássico tem vez na noite seguinte: Romeu e Julieta (1940), peça de Leonid Lavrovsky baseada na mais popular tragédia de Shakespeare. Acontece nos dias 18 e 19/05/2010.

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